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“Eles”

  • Por Pedro Santos
  • 11 de abr. de 2015
  • 1 min de leitura

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"Se não vão lá a bem, vão lá à força!", devem pensar eles quando imaginam a escola e os professores.


"Temos tantos professores verdes e dispostos a ser escravos, para quê concursos e estabilidade se podemos ter coisas que podemos esmagar, humilhar, destituir de vontade e não pagar?", cogitam eles.


"Para quê ter o trabalho se há autarcas serpentes de ser tiranetes para poderem arranjar tachos a amigos?", concluem eles.


"Para quê dar direitos se eles se contentam com deveres?", riem-se eles.


"Para quê dizer a verdade se eles se apaziguam com a mentira?", sussurram eles.


"Para quê manter a democracia se podemos instituir a cleptocracia e defendermo-nos porque a pequena corrupção da cunha e do favor passa a ser institucionalizada?", defendem eles.


Para quê, então, manter esta corja, se representam tudo o contrário do que o voto democrático legitimou?

Os ricos, empresários, políticos e apaniguados fechar-se-ão entre portões e muros que o dinheiro comprou, e o Zé Tuga, daqui a nada, parte a cara, o carro, a loja e a casa do seu irmão de rua, de dor, de pobreza e de miséria em vez de o fazer, metaforicamente, a quem os empobreceu.



Ler depois: ESCRAVOS MODERNOS - Acabar com a precariedade na profissão (PROFESSORES CONTRATADOS E DESEMPREGADOS)

 
 
 

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